Uma rede Latino-Americana de Comunicação de dados para a Formação continuada de professores em ciência e tecnologia no contexto da Educação Tecnológica – RedeLet
Este artigo nos remete, inicialmente, à analise de uma proposição de instrumento ou metodologia que satisfaça a educação profissional e tecnológica, sob dois prismas, a saber:
1) A formação, qualificação, aperfeiçoamento e requalificação de professores que ministram aulas nos cursos técnicos, para as novas e mutantes tecnologias, nas diversas áreas profissionais.
2) A atualização dos currículos dos cursos de educação profissional e tecnológica em função da capacitação dos professores descrita acima.
Ambos objetivos pretendidos seriam buscados, utilizando-se da metodologia da educação continuada e do ensino a distância, em função das características geográficas do país e das limitações do público-alvo.
Um sistema, então, foi proposto e concebido: o SDITE (Sistema de disseminação de informações tecnológicas emergentes).
Este sistema era composto por três bancos de dados:
a) um cadastro nacional de especialistas em diferentes áreas de formação técnica;
b) um cadastro de entidades que disseminariam informações científicas e tecnológicas pertinentes, de entidades que desenvolvam pesquisas e de pesquisadores isolados e,
c) um cadastro de informações científicas e tecnológicas selecionados pelos especialistas participantes do sistema.
Percebe-se, então, que o papel do especialista é fundamental para o sistema, uma vez que ele teria a responsabilidade de buscar e selecionar as informações científicas e tecnológicas, identifica-las de acordo com o interesse e divulga-las a seus pares, segundo a área de conhecimento de cada um.
As informações, então, seriam armazenadas em um banco de dados e divulgadas, através de um jornal ou de um catálogo de informações. Sendo, então, um instrumento de formação continuada a distância.
Em 1988 o SDITE foi operacionalizado de forma experimental, contando com mais de 140 especialistas, 40 instituições de ensino, resultando em mais de 600 informações coletadas. Neste mesmo ano ele foi apresentado à sua população-alvo no I Congresso Nacional de Educação Tecnológica em Curitiba/PR.
O primeiro ano de implantação foi exitoso, pois contou com a participação dos especialistas que entenderam a importância da formação continuada em seu desempenho em sala de aula e na formação dos futuros profissionais de nível técnico.
Em 1990, com a mudança de dirigentes do MEC e da equipe mantenedora do SDITE, seu funcionamento foi seriamente comprometido e as operações paralisadas. Pensou-se, então, numa rede de dados voltada para a divulgação de informações sobre a educação tecnológica no Brasil e depois em países latino-americanos em geral. Esta rede foi identificada como RedeLet e entrou em funcionamento em 1991 e permitiu o intercâmbio acadêmico-científico no âmbito da comunidade de educação tecnológica da América Latina.
Do SDITE à RedLet
A implantação da RedeLet, trata-se, portanto, de um excelente mecanismo de formação continuada dos professores, proporcionando aos usuários, acesso a um universo de informações, capazes de mantê-los atualizados em suas áreas de atuação.
A utilização da microinformática como ferramenta de acesso a estas informações, se constitui em um ganho considerável na difusão e oportunização aos usuários, pois é capaz de expandir a rede de contatos e de informações, contribuindo para o desenvolvimento tecnológico, pedagógico e social do país e em especial, dos alunos da rede federal de educação tecnológica.
Surge, então, a proposta de criação de um curso de extensão via rede telemática, voltado para a tão necessária alfabetização científica e tecnológica(ACT), para a nossa inclusão, enquanto professores, na emergente sociedade tecnológica.
Este artigo nos remete, inicialmente, à analise de uma proposição de instrumento ou metodologia que satisfaça a educação profissional e tecnológica, sob dois prismas, a saber:
1) A formação, qualificação, aperfeiçoamento e requalificação de professores que ministram aulas nos cursos técnicos, para as novas e mutantes tecnologias, nas diversas áreas profissionais.
2) A atualização dos currículos dos cursos de educação profissional e tecnológica em função da capacitação dos professores descrita acima.
Ambos objetivos pretendidos seriam buscados, utilizando-se da metodologia da educação continuada e do ensino a distância, em função das características geográficas do país e das limitações do público-alvo.
Um sistema, então, foi proposto e concebido: o SDITE (Sistema de disseminação de informações tecnológicas emergentes).
Este sistema era composto por três bancos de dados:
a) um cadastro nacional de especialistas em diferentes áreas de formação técnica;
b) um cadastro de entidades que disseminariam informações científicas e tecnológicas pertinentes, de entidades que desenvolvam pesquisas e de pesquisadores isolados e,
c) um cadastro de informações científicas e tecnológicas selecionados pelos especialistas participantes do sistema.
Percebe-se, então, que o papel do especialista é fundamental para o sistema, uma vez que ele teria a responsabilidade de buscar e selecionar as informações científicas e tecnológicas, identifica-las de acordo com o interesse e divulga-las a seus pares, segundo a área de conhecimento de cada um.
As informações, então, seriam armazenadas em um banco de dados e divulgadas, através de um jornal ou de um catálogo de informações. Sendo, então, um instrumento de formação continuada a distância.
Em 1988 o SDITE foi operacionalizado de forma experimental, contando com mais de 140 especialistas, 40 instituições de ensino, resultando em mais de 600 informações coletadas. Neste mesmo ano ele foi apresentado à sua população-alvo no I Congresso Nacional de Educação Tecnológica em Curitiba/PR.
O primeiro ano de implantação foi exitoso, pois contou com a participação dos especialistas que entenderam a importância da formação continuada em seu desempenho em sala de aula e na formação dos futuros profissionais de nível técnico.
Em 1990, com a mudança de dirigentes do MEC e da equipe mantenedora do SDITE, seu funcionamento foi seriamente comprometido e as operações paralisadas. Pensou-se, então, numa rede de dados voltada para a divulgação de informações sobre a educação tecnológica no Brasil e depois em países latino-americanos em geral. Esta rede foi identificada como RedeLet e entrou em funcionamento em 1991 e permitiu o intercâmbio acadêmico-científico no âmbito da comunidade de educação tecnológica da América Latina.
Do SDITE à RedLet
A implantação da RedeLet, trata-se, portanto, de um excelente mecanismo de formação continuada dos professores, proporcionando aos usuários, acesso a um universo de informações, capazes de mantê-los atualizados em suas áreas de atuação.
A utilização da microinformática como ferramenta de acesso a estas informações, se constitui em um ganho considerável na difusão e oportunização aos usuários, pois é capaz de expandir a rede de contatos e de informações, contribuindo para o desenvolvimento tecnológico, pedagógico e social do país e em especial, dos alunos da rede federal de educação tecnológica.
Surge, então, a proposta de criação de um curso de extensão via rede telemática, voltado para a tão necessária alfabetização científica e tecnológica(ACT), para a nossa inclusão, enquanto professores, na emergente sociedade tecnológica.
Um comentário:
´Gostei que tenhas lido os nossos textos e feito os resumos. São temas bem atuais na nossa rede,
Continua firme.
Janete
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